segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

TRANSMISSÃO DO CARGO DE SUBCOMANDANTE DA ESG

Em solenidade presidida pelo Comandante da Escola Superior de
Guerra (ESG), General de  Exército TÚLIO CHEREM, no dia  11  de
janeiro  de 2012, o  Vice-Almirante  NELSON GARRONE PALMA
VELLOSO  transmitiu o cargo de  Subcomandante  ao  Major-Brigadeiro
do Ar STEFAN EGON GRACZA.
O  evento  iniciou-se com a leitura do ato oficial  de exoneração  e
com  palavras  emocionadas  de despedida do  Almirante  Garrone.  Em
seguida, o General Cherem destacou, durante a referência elogiosa, a
inteligência e  a eficiência da  administração,  relembrando  as  obras
para melhoria  das instalações  realizadas pelo Subcomandante
substituído, desde sua chegada, no início do ano de 2011.
Em prosseguimento, foram lidos  o ato oficial de nomeação  e  o
currículo do  Major-Brigadeiro  Gracza.  Após a entrada  do pavilhão
nacional,  conduzido  pelo Primeiro-Tenente  Gilmar,  foi realizada  a
transmissão do cargo. O  General Cherem entregou o distintivo da
ESG ao Brigadeiro Gracza e uma lembrança institucional ao Almirante
Garrone.
Dentre diversas  autoridades presentes, prestigiaram a solenidade
o  Secretário de Coordenação e Organização Institucional do
Ministério da Defesa, Dr. Ari Matos Cardoso; o Tenente-Brigadeiro do
Ar Carlos de Almeida Batista, ex-Comandante da Aeronáutica; o
General de Exército Francisco Carlos Modesto, Comandante Militar
do Leste; e os Tenentes-Brigadeiros do Ar Marco  Aurélio Gonçalves
Mendes, Diretor do DECEA, Paulo Roberto Cardoso Vilarinho, Diretor
do Instituto Histórico  e Cultural da Aeronáutica  e Carlos Alberto Pires
Rolla, ex-Comandante da ESG.
Transcorridos  quase 2 anos, o  Vice-Almirante  Garrone  se
despediu da  ESG  com  honras de portaló, conforme o cerimonial da
Marinha e  assumirá  o  cargo  de Chefe do Estado-Maior  do Comando
de Operações Navais.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

CENTRO DE INSTRUÇÃO DE GUERRA NA SELVA - CIGS

Centro de Instrução de Guerra na Selva (C I G S), também conhecido como Centro Coronel Jorge Teixeira, é uma organização militar sediada em Manaus, destinada a qualificar militares líderes de pequenas frações, como guerreiros da selva, combatentes aptos a cumprir missões, de natureza militar, nas áreas mais inóspitas da Floresta Amazônica brasileira. Seu nome é uma homenagem ao precursor do Centro, que se tornaria seu primeiro comandante, mais conhecido como "Teixeirão".
São ministrados Cursos de Operações na Selva, em três categorias diferentes, além de estágios destinados a militares e também para instituições civis. Seu símbolo é a onça-pintada.
Para o melhor desenvolvimento dos trabalhos, o CIGS está estruturado em uma Divisão de Ensino, uma Divisão de Doutrina Pesquisa e Avaliação, Divisão de Alunos, uma Divisão de Veterinária, uma Divisão Administrativa e uma Base Administrativa.

 

] Histórico

 
Com o Decreto Presidencial 53.649, de 02 de março de 1964, foi criado o Centro de Instrução de Guerra na Selva, subordinado ao Grupamento de Elementos de Fronteira.
Naquela época, o Exército ressentia-se da falta de uma unidade capaz de especializar militares no combate na selva e de constituir pólo irradiador de doutrina de emprego de tropa nesse complexo ambiente operacional amazônico. Tais fatores, sem dúvida, inspiraram a criação do CIGS, que veio preencher uma lacuna existente no Exército que ainda ocupava de maneira muito modesta essa parte do território nacional de inestimável valor estratégico.
A primeira equipe de instrução era comandada pelo Major Jorge Teixeira, também conhecido como "Teixerão".
Em 10 de outubro de 1966 foi iniciado o primeiro Curso de Guerra na Selva e a primeira turma se graduou no dia 19 de novembro de 1966, em solenidade realizada no atual estádio do Colégio Militar de Manaus.
A necessidade sentida pela Força de alterar o perfil dos militares aqui especializados levou a estudos que culminaram por ampliar e alterar a vocação do CIGS, que passou, no período de 1970 a 1978, a designar-se Centro de Operações na Selva e Ações de Comandos - COSAC.
Em 11 de janeiro de 1978, houve uma nova alteração na estrutura de ensino e a Unidade retornou a sua antiga denominação - CIGS -, ficando a condução do Curso de Ação de Comandos exclusivamente sob a responsabilidade da Brigada Pára-quedista, no Rio de Janeiro.
Em 17 de dezembro de 1999, recebeu a denominação histórica "Centro Coronel Jorge Teixeira", em homenagem ao seu primeiro comandante.

[CIGS é o que diz que “A selva não pertence ao mais forte, mas ao sóbrio, habilidoso e resistente”. Assim, o CIGS tem sido nos últimos anos um dos mais importantes atores no desenvolvimento da chamada “Estratégia de Resistência” do Exército Brasileiro, para a eventualidade de um confronto militar entre nossas forças e as de um país ou coligação de países com poderio militar bem superior.


Apagão de competência

11/01/13 07:19 | Roberto Freire - Deputado federal (SP) e presidente nacional do PPS

Dias depois de a presidente Dilma Rousseff qualificar como “ridícula” a possibilidade do Brasil enfrentar um racionamento de energia, em mais uma das bravatas típicas da gestão petista, o apagão no setor elétrico está na ordem do dia.

Dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico mostram que os níveis dos reservatórios das hidrelétricas do Sistema Interligado Nacional são muito próximos aos registrados em 2000 e 2001, quando houve o racionamento.

No domingo, por exemplo, os reservatórios estavam com 28,54% da capacidade nas bacias do Sudeste e do Centro-Oeste (regiões que produzem 70% da energia do país), ante 28,86% de dezembro. O índice atual é apenas meio ponto percentual acima da curva de aversão ao risco, de 28%.

No fim de 2000, pouco antes do racionamento, o nível das bacias era praticamente igual ao registrado hoje. No Nordeste, o panorama não é menos preocupante. Os reservatórios da região fecharam 2012 em 32,2%, abaixo do limite mínimo de segurança para o abastecimento do mercado (34%).

A incompetência do governo do PT é tanta que, ironicamente, o crescimento raquítico do PIB em 2012, de 1%, fez com que a situação atual não fosse ainda mais grave. Se as previsões do ministro da Fazenda, Guido Mantega, tivessem se confirmado e a economia brasileira apresentasse expansão de 4%, o consumo da indústria seria bem mais expressivo e haveria um enorme risco de falta de energia imediatamente.

Como o governo Dilma não tem capacidade gerencial para enfrentar o problema, o jeito é apelar a São Pedro, mesmo para aqueles que não acreditam em deuses e santos, e torcer para que as chuvas de verão deem uma ajudinha. Entretanto, a previsão para as próximas semanas não é alvissareira: o volume de água estimado para cair sobre os rios do Sudeste e do Centro-Oeste é de 72% da média histórica, com 57% para a região Norte e 31% no Nordeste.

A promessa da presidente de reduzir em 20% a tarifa de energia também não deve ser cumprida graças à inoperância do governo do PT. Segundo a Associação Brasileira de Distribuidores de Energia (Abradee), em outubro e novembro o país gastou R$ 1,3 bilhão para manter a operação das térmicas, o que significa um impacto de 1% ao mês nas tarifas do consumidor.

O acionamento das térmicas por um tempo maior poderá aumentar a conta de energia paga pelo cidadão em até 14%. Os brasileiros continuam pagando caro pela falta de planejamento dos governos Lula e Dilma, cujos resultados mais visíveis são o sucateamento da infraestrutura e os apagões em setores cruciais como o elétrico.

Vale lembrar que, além da estagnação econômica na atual gestão, o Brasil cresceu menos do que poderia durante os oito anos sob Lula, com índices medíocres se comparados aos Brics e demais países da América do Sul. A exceção é 2010, quando o PIB teve forte expansão, mas em comparação a uma base deprimida, pois em 2009 houve retração em meio à crise financeira internacional.

Enquanto Dilma ironiza a hipótese de racionamento, a população se assusta. Se ainda não estamos completamente às escuras, é inegável que o Brasil vem sofrendo, há pelo menos uma década, com um escandaloso apagão de competência no governo federal.

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Roberto Freire é deputado federal (SP) e presidente nacional do PPS

 

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013





A falta de governança dos nossos recursos hídricos

| Fábio Feldmann - Consultor em sustentabilidade

 
Este ano que se inicia indica uma situação muito preocupante em relação à oferta de energia. Pelas informações veiculadas, grande parte dos reservatórios estaria com nível crítico, apontando a necessidade de suprir energia com acionamento das térmicas e um possível racionamento. Este é negado peremptoriamente pelas autoridades, por conta da repercussão política do mesmo.
Mais uma vez, o que assistimos no Brasil é uma má governança dos recursos hídricos, a exemplo do que aconteceu no apagão do ano 2000. Explico: o país possui uma Política Nacional de Recursos Hídricos desde a edição da Lei nº 433/1997, a criação da Agencia Nacional de Águas (ANA) em 2000, além da legislação específica sobre produção de energia com base hídrica.

Independentemente da eventual falta de chuvas, os reservatórios tiveram redução de seus estoques sem que houvesse um processo decisório claro, o que gerou graves conseqüências às outras atividades econômicas que se realizam nos mesmos, entre essas pesca, lazer, recreação, abastecimento.

A grande discussão que se coloca em função desta crise de energia deveria se iniciar pela governança dos recursos hídricos com o objetivo de se verificar a eficácia do modelo adotado pelo atual marco regulatório.

Desde logo seria possível se afirmar que o ritmo de implementação do modelo é excessivamente lento e que isto se deve basicamente à indiferença dos agentes políticos em relação a esta agenda.

A Ana completou 12 anos e é portadora de uma capacidade técnica instalada invejável, sendo seu objetivo principal a implantação da Política Nacional de Recursos Hídricos. Porém, há dúvidas sobre os resultados efetivos de suas atividades, em que pese o esforço e a competência de seus dirigentes.

Diante disso, deveríamos nos perguntar: qual deveria ser o papel da Ana perante esta crise e, obviamente, o papel da Agencia Nacional de Energia Elétrica (Aneel)? Em outras palavras, em que momento o "sinal amarelo" deveria ter sido dado por estas instituições?

É bom se assinalar que a demanda de energia no Brasil tem crescido em uma proporção bem maior que a do Pib, indicando a necessidade de radicalmente repensarmos esta equação.

O aumento do consumo dos bens da linha branca tende a aumentar de modo que se impõe urgentemente uma agenda de eficiência energética, associada a instrumentos econômicos: quanto mais eficientes tais bens menor a tributação.

As novas edificações por sua vez deveriam incluir uma arquitetura que valorizasse iluminação e ventilação natural, bem como novos materiais de construção. Este é o momento de se rever o Código de Obras das cidades brasileiras, para que os mesmos possam contemplar estas novas demandas.

Deveríamos aproveitar a crise que se aproxima para colocar tais iniciativas no centro das políticas públicas do país, criando um modelo de governança que evite apagões a cada dez anos.
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Fabio Feldmann é consultor em sustentabilidade

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

APRESENTAÇÃO DO BRIGADEIRO GRACZA
No dia 9 de janeiro, a Escola
Superior de Guerra  (ESG)  deu
as boas-vindas ao  próximo
Subcomandante, Major-Brigadeiro-do-Ar STEFAN
EGON GRACZA.
Recepcionado, no Pátio de
Formaturas,  pelo Vice-Almirante  NELSON GARRONE
PALMA VELLOSO,  o
Brigadeiro Gracza recebeu as
honras de portaló previstas
no cerimonial da Marinha,
com banda de música,  oficial
de serviço,  corneteiro,  mestre
e  “boys”  (marinheiros
formados). Após o cerimonial,
o  Brigadeiro Gracza
cumprimentou os  Oficiais
Generais do Comando da ESG
e  foi  acompanhado  à  sala do
Comandante  para ser
apresentado oficialmente ao
General-de-Exército TÚLIO
CHEREM. 

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

CIA

Obama nomeará John Brennan como novo diretor da CIA
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DA ASSOCIATED PRESS, EM WASHIGTON

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, deverá nomear na tarde desta segunda-feira o agente John Brennan como o novo diretor da CIA (Agência Central de Inteligência, em inglês), a primeira de suas indicações na área de defesa para seu segundo mandato.
Brennan deverá ser confirmado no cargo após votação no Senado. Com 25 anos de experiência, o agente era cotado para assumir o posto no primeiro gabinete de Obama, em 2009, mas perdeu o posto para o atual secretário de Defesa, Leon Panetta.
Caso assuma, ele substituirá o interino Michael Morell, que ocupa o cargo desde o escândalo envolvendo o ex-diretor David Petraeus.
Seu nome, no entanto, gera desconfiança de políticos mais liberais por sua atuação com situações controversas durante interrogatórios de testemunhas no Iraque durante o governo George W. Bush (2001-2008).
Dentre as estratégias supostamente usadas pelos agentes da CIA, estavam métodos de tortura, como forçar suspeitos a colocar a cabeça em baldes com água. Ele negou as acusações e foi absolvido após sindicância interna.
Brennan será o novo responsável, dentre outras coisas, pelo programa de aviões não tripulados, que é aplicado no Oriente Médio, em especial no Iêmen e no Paquistão. O uso das aeronaves é polêmico por ser considerado por alguns governos um rompimento na soberania dos territórios do país.
SECRETÁRIO DE DEFESA
A agência de notícias Associated Press informou nesta segunda que, além da nomeação de Brennan, Obama deverá anunciar o republicano Chuck Hagel como seu novo secretário de Defesa.
Caso confirmado seu nome, o presidente terá dificuldade em aprová-lo no Senado. Hagel encontra resistência, em especial dos republicanos, por sua posição contrária a Israel e favorável a negociações com o Irã.
Ele critica a necessidade de uma intervenção militar na República Islâmica por sua ameaça em atacar o Estado hebraico e pelo programa nuclear, que desperta desconfiança dos países ocidentais. O republicano também defende a participação de Teerã nas negociações para o fim da violência no Afeganistão.
Partidários de Obama, no entanto, dizem que as críticas são infundadas, já que Hagel apoiou a assistência militar a Israel e o endurecimento das sanções ao Irã.
Caso confirmados os dois nomes, estará formada a equipe de defesa de Obama para o segundo mandato. Além de Hagel e Brennan, o presidente nomeou em dezembro o ex-senador John Kerry para o Departamento de Estado.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

VERGONHA NACIONAL

Genoino entrega à Câmara documentação para assumir cargo de deputado federal
DE BRASÍLIA

Condenado por corrupção ativa e formação de quadrilha no processo do mensalão, o ex-presidente do PT José Genoino esteve nesta quarta-feira (2) na Câmara, onde entregou os documentos necessários para tomar posse como deputado federal.

Ele foi eleito suplente nas últimas eleições com 92.362 votos e deve tomar posse amanhã. "Só falo amanhã, depois da posse", disse Genoino, após visitar a liderança do PT.
Segundo aliados, o petista espera permanecer no mínimo um ano no cargo. Ele não estava tão otimista até o dia 21 de dezembro, quando se cogitava a hipótese de ter prisão decretada pelo presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, o que não aconteceu.
Na decisão em que negou o pedido de prisão, Barbosa argumentou que o entendimento da corte é de que apenas aplicar punições quando não houver mais recursos dos advogados de defesa. Quando isso ocorrer, ainda sem previsão, ele passará a cumprir a pena imposta pelo Supremo e perderá automaticamente o mandato.
Genoino foi condenado a menos de 8 anos de prisão e, por isso, iniciará sua punição em regime semiaberto. Ele foi eleito suplente com mais de 90 mil votos e é o primeiro da fila do PT de São Paulo por uma cadeira na Câmara. Sua posse agora é consequência da eleição do ex-deputado Carlinhos Almeida para a prefeitura de São José dos Campos (SP).