quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

VERGONHA NACIONAL


Jantar do PT pagará multas dos condenados no Mensalão

José Dirceu foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal em R$ 676 mil

Reprodução

O mensaleiro José Dirceu, que foi condenado e deve ir preso

DO IG

O diretório do PT no Distrito Federal promove nesta quinta-feira (17) um jantar para ajudar os petistas condenados pelo STF (Supremo Tribunal Federal) a pagarem as multas impostas no julgamento do mensalão.

Organizado pela Juventude do PT do Plano Piloto, os convites custam entre R$ 100 e R$ 1.000. Mais de 100 já foram vendidos. A expectativa é que 170 pessoas participem do evento que, ocorrerá em um restaurante no Lago Norte.

As multas contra os três petistas condenados no julgamento do mensalão chegam a aproximadamente R$ 1,5 milhão. O ex-chefe da Casa Civil José Dirceu foi condenado ao pagamento de R$ 676 mil; o ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares , a R$ 325 mil; e o ex-presidente da legenda José Genoino, a R$ 468 mil.

Entre as presenças confirmadas estão os deputados Ricardo Berzoini (PT-SP), Geraldo Magela (PT-DF) e Zeca Dirceu (PT-PR), que irá representar o pai no evento. Genoino não comparecerá, alegando que terá de participar de uma reunião do partido em São Paulo.

No convite, a organização do evento diz que o julgamento “resultou, entre outras injustiças cometidas, em uma multa milionária em desfavor de alguns de nossos principais dirigentes, em especial, José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares”. Também diz que “o alvo deste julgamento sempre foi o PT”

“A ideia (do jantar) surgiu da nossa insatisfação do resultado do julgamento. Foi um julgamento por indução, que não se baseou em provas reais. Em cima disso, nós não aceitamos que os nossos companheiros tirem um centavo do bolso”, afirmou Pedro Henrichs, organizador do evento.

O PT também pede para quem não puder comparecer ao jantar fazer um depósito na conta do diretório no Banco do Brasil.

 




Exército da Argélia bombardeia campo de gás sitiado, diz agência

DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

A agência de notícias Nouakchott Information (ANI), da Mauritânia, informou nesta quinta-feira que o Exército da Argélia fez um bombardeio ao campo de gás onde radicais islâmicos mantêm cerca de 40 estrangeiros e mais de cem argelinos como reféns.

O sequestro começou na manhã de quarta (16) e atinge um campo de gás de um consórcio formado pela britânica BP, a norueguesa Statoil e a tunisiana Sonatrach. Os insurgentes dizem pertencer a um grupo vinculado à rede terrorista Al Qaeda e afirmam que a ação é uma represália à intervenção no Mali.

Segundo a agência, que tem informações dos rebeldes, helicópteros do Exército argelino disparam contra o complexo onde estão detidos os reféns. As informações iniciais ainda são contraditórias, mas os insurgentes dizem que há mortos, feridos e reféns que escaparam.

O canal de TV Al Jazeera, do Qatar, informa que 35 reféns e 15 sequestradores morreram, enquanto a ANI diz que 34 reféns e 14 sequestradores foram mortos na ação. Os radicais islâmicos dizem à agência da Mauritânia que o líder da ação, Abou el Baraa, também foi morto no bombardeio.

A ANI e a Al Jazeera são os únicos meios de comunicação com quem os rebeldes entram em contato. No entanto, as informações entram em contradição com o divulgado pela agência de notícias estatal APS, da Argélia.

Mais cedo, a APS informou que 25 dos 41 reféns estrangeiros fugiram da instalação. Caso essa primeira informação seja confirmada, não é possível que haja 35 estrangeiros entre os mortos no bombardeio.

Moradores da região consultados pela agência de notícias Reuters dizem que há várias vítimas do ataque, mas sem mencionar nenhum número de mortos. O governo argelino não confirma nem a operação nem os mortos na ação do Exército.

FUGA

O bombardeio também é apontado como a causa para a fuga de alguns dos 25 funcionários estrangeiros do campo de gás, segundo a APS. Na quarta (16), a APS disse que mais de 150 argelinos estavam na usina, junto com cerca de 20 estrangeiros, o que contradiz a informação sobre os libertados.

Mais cedo, os radicais islâmicos exigiram a saída das tropas que cercam o campo de gás de In Amenas, ocupado desde a manhã de quarta (16). Em entrevista à Al Jazeera, um dos insurgentes, que se identificou como Abu al Bara, afirmou que a retirada dos militares é a condição para negociar a liberação dos reféns.

O rebelde ouvido pelo canal exigiu a anistia de radicais islâmicos presos no país para soltar os estrangeiros e declarou que a ação é uma mensagem política à Argélia sobre sua postura contra os combatentes radicais, em uma mensagem que vale também para os países vizinhos.

O ataque ao campo de gás na Argélia aconteceu em meio às operações francesas no Mali, em que tropas francesas auxiliam o Exército local para retomar o controle do país. Paris recebe auxílio logístico de Reino Unido e Estados Unidos.

Em decorrência das ações, o governo do presidente François Hollande foi ameaçado pelos radicais islâmicos de ações contra representações diplomáticas e empresas europeias na África e alvos estratégicos na Europa.

 
 

 

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013


França diz que campanha militar no Mali será longa

16/01/201307h39 > Atualizada 16/01/201312h17

PARIS, 16 Jan (Reuters) - O ministro da Defesa francês, Jean-Yves Le Drian, disse nesta quarta-feira que a campanha militar do país contra os rebeldes ligados à Al Qaeda no Mali deve ser longa, e que as tropas francesas no terreno estão avançando para o norte da nação africana.

"Estamos numa posição melhor do que na semana passada, mas o combate continua e será longo, imagino", disse Le Drian à rádio RTL.

"Hoje as forças no terreno estão no processo de destacamento", disse ele. "Até agora, tínhamos algumas forças em Bamako (capital) para proteger a população, os cidadãos europeus e a cidade... Agora as tropas francesas estão avançando para o norte."

Na terça-feira, o presidente da França, François Hollande, disse que os soldados franceses vão permanecer no Mali até que a estabilidade volte ao país da África Ocidental, cuja região norte está sob controle dos rebeldes islâmicos desde abril.

Hollande disse que a França espera, no entanto, entregar a missão em sua ex-colônia a forças africanas "nos próximos dias ou semanas".

(Reportagem de Alexandria Sage)

 

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

ATENTADO NA SÍRIA


 

Um atentado atingiu nesta terça-feira (15) a Universidade de Aleppo, no norte da Síria, e deixou ao menos 15 mortos, segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH). Ainda de acordo com o órgão, há dezenas de feridos no local.

"Pelo menos quinze pessoas morreram e dezenas de outras ficaram feridas na explosão na Universidade de Aleppo", a oeste da cidade, indicou esta organização, que conta com uma grande rede de ativistas e médicos na Síria.

A televisão estatal síria informou que um "ataque terrorista na Universidade de Aleppo", evocando "vítimas".

O OSDH diz que ainda não está claro se o atentado terrorista foi dentro ou fora da universidade, e se é resultado de uma explosão ou de um bombardeio. Militantes anti-regime afirmam se tratar de um bombardeio aéreo, enquanto uma fonte militar garante que foi um míssil terra-ar disparado pelos rebeldes, que teriam errado o alvo e atingindo o campus. Outras fontes relatam um carro-bomba.

A universidade está localizada em uma área controlada pelo Exército. A cidade esta dividida desde julho entre os rebeldes, que ocupam o norte, e militares pró-regime. A explosão danificou a Faculdade de Belas Artes e de Arquitetura, segundo estudantes. Apesar dos confrontos, a Universidade de Aleppo abriu suas portas em meados de outubro.

Nos últimos meses, Aleppo e a capital síria, Damasco, têm sido atingidas por uma onda de explosões que mataram centenas de pessoas.

Aleppo é a maior cidade da Síria e um tradicional centro comercial do país. Tem sido uma das mais importantes frentes na guerra civil que domina a nação desde julho de 2012, com constantes batalhas entre as tropas do regime e rebeldes que querem derrubar o presidente Bashar Assad. (Com AFP)

MALI

França mobilizará mais soldados no Mali
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DA AFP

O presidente francês, François Hollande, anunciou nesta terça-feira em Abu Dhabi que a França mobilizará mais militares no Mali, onde novos bombardeios atingiram seus alvos na noite anterior.
"Até o momento, temos 750 homens e isso vai aumentar", declarou o chefe de Estado aos jornalistas durante uma visita à base militar "Campo da Paz" na capital dos Emirados Árabes Unidos, onde há militares franceses mobilizados, que, até o momento, não foram convocados para o conflito no Mali.
Hollande anunciou que "novos ataques realizados nesta noite alcançaram seu alvo" no Mali, onde os islamitas saíram na segunda-feira das grandes cidades que ocupavam no norte, após os bombardeios franceses, mas tomaram a localidade de Diabali, 400 km ao norte de Bamaco.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

TRANSMISSÃO DO CARGO DE SUBCOMANDANTE DA ESG

Em solenidade presidida pelo Comandante da Escola Superior de
Guerra (ESG), General de  Exército TÚLIO CHEREM, no dia  11  de
janeiro  de 2012, o  Vice-Almirante  NELSON GARRONE PALMA
VELLOSO  transmitiu o cargo de  Subcomandante  ao  Major-Brigadeiro
do Ar STEFAN EGON GRACZA.
O  evento  iniciou-se com a leitura do ato oficial  de exoneração  e
com  palavras  emocionadas  de despedida do  Almirante  Garrone.  Em
seguida, o General Cherem destacou, durante a referência elogiosa, a
inteligência e  a eficiência da  administração,  relembrando  as  obras
para melhoria  das instalações  realizadas pelo Subcomandante
substituído, desde sua chegada, no início do ano de 2011.
Em prosseguimento, foram lidos  o ato oficial de nomeação  e  o
currículo do  Major-Brigadeiro  Gracza.  Após a entrada  do pavilhão
nacional,  conduzido  pelo Primeiro-Tenente  Gilmar,  foi realizada  a
transmissão do cargo. O  General Cherem entregou o distintivo da
ESG ao Brigadeiro Gracza e uma lembrança institucional ao Almirante
Garrone.
Dentre diversas  autoridades presentes, prestigiaram a solenidade
o  Secretário de Coordenação e Organização Institucional do
Ministério da Defesa, Dr. Ari Matos Cardoso; o Tenente-Brigadeiro do
Ar Carlos de Almeida Batista, ex-Comandante da Aeronáutica; o
General de Exército Francisco Carlos Modesto, Comandante Militar
do Leste; e os Tenentes-Brigadeiros do Ar Marco  Aurélio Gonçalves
Mendes, Diretor do DECEA, Paulo Roberto Cardoso Vilarinho, Diretor
do Instituto Histórico  e Cultural da Aeronáutica  e Carlos Alberto Pires
Rolla, ex-Comandante da ESG.
Transcorridos  quase 2 anos, o  Vice-Almirante  Garrone  se
despediu da  ESG  com  honras de portaló, conforme o cerimonial da
Marinha e  assumirá  o  cargo  de Chefe do Estado-Maior  do Comando
de Operações Navais.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

CENTRO DE INSTRUÇÃO DE GUERRA NA SELVA - CIGS

Centro de Instrução de Guerra na Selva (C I G S), também conhecido como Centro Coronel Jorge Teixeira, é uma organização militar sediada em Manaus, destinada a qualificar militares líderes de pequenas frações, como guerreiros da selva, combatentes aptos a cumprir missões, de natureza militar, nas áreas mais inóspitas da Floresta Amazônica brasileira. Seu nome é uma homenagem ao precursor do Centro, que se tornaria seu primeiro comandante, mais conhecido como "Teixeirão".
São ministrados Cursos de Operações na Selva, em três categorias diferentes, além de estágios destinados a militares e também para instituições civis. Seu símbolo é a onça-pintada.
Para o melhor desenvolvimento dos trabalhos, o CIGS está estruturado em uma Divisão de Ensino, uma Divisão de Doutrina Pesquisa e Avaliação, Divisão de Alunos, uma Divisão de Veterinária, uma Divisão Administrativa e uma Base Administrativa.

 

] Histórico

 
Com o Decreto Presidencial 53.649, de 02 de março de 1964, foi criado o Centro de Instrução de Guerra na Selva, subordinado ao Grupamento de Elementos de Fronteira.
Naquela época, o Exército ressentia-se da falta de uma unidade capaz de especializar militares no combate na selva e de constituir pólo irradiador de doutrina de emprego de tropa nesse complexo ambiente operacional amazônico. Tais fatores, sem dúvida, inspiraram a criação do CIGS, que veio preencher uma lacuna existente no Exército que ainda ocupava de maneira muito modesta essa parte do território nacional de inestimável valor estratégico.
A primeira equipe de instrução era comandada pelo Major Jorge Teixeira, também conhecido como "Teixerão".
Em 10 de outubro de 1966 foi iniciado o primeiro Curso de Guerra na Selva e a primeira turma se graduou no dia 19 de novembro de 1966, em solenidade realizada no atual estádio do Colégio Militar de Manaus.
A necessidade sentida pela Força de alterar o perfil dos militares aqui especializados levou a estudos que culminaram por ampliar e alterar a vocação do CIGS, que passou, no período de 1970 a 1978, a designar-se Centro de Operações na Selva e Ações de Comandos - COSAC.
Em 11 de janeiro de 1978, houve uma nova alteração na estrutura de ensino e a Unidade retornou a sua antiga denominação - CIGS -, ficando a condução do Curso de Ação de Comandos exclusivamente sob a responsabilidade da Brigada Pára-quedista, no Rio de Janeiro.
Em 17 de dezembro de 1999, recebeu a denominação histórica "Centro Coronel Jorge Teixeira", em homenagem ao seu primeiro comandante.

[CIGS é o que diz que “A selva não pertence ao mais forte, mas ao sóbrio, habilidoso e resistente”. Assim, o CIGS tem sido nos últimos anos um dos mais importantes atores no desenvolvimento da chamada “Estratégia de Resistência” do Exército Brasileiro, para a eventualidade de um confronto militar entre nossas forças e as de um país ou coligação de países com poderio militar bem superior.