quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Nióbio Minério Brasileiro

"O NIÓBIO É PARA O BEM DO BRASIL" O Brasil está perdendo centenas de bilhões de dólares por ano com o descaminho na exportação dos minérios estratégicos. O Brasil está vendendo todas as suas riquezas de qualquer jeito e recebendo o pagamento em moeda podre, sem qualquer valor, ficando caracterizada uma traição ao país e ao povo brasileiro. Marcos Valério disse na CPI dos Correios "O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando DO NIÓBIO".

SÁBADO, 29 DE SETEMBRO DE 2012

Direitos indígenas? Oras bolas, índio não é gente tal qual um polaco ou um afro-descendente?
A presidente Dilma Rousseff  está segurando o tratado da ONU na gaveta. Se o governo brasileiro já estivesse cumprindo integralmente os termos da Declaração da ONU, nem estaria em discussão o contrato assinado por índios do Pará, que venderam por US$ 120 milhões os direitos sobre uma área no Estado. O contrato foi firmado com a empresa irlandesa Celestial Green Ventures, que o Ministério Público abriu inquérito para investigar: 

Se o tratado da ONU for cumprido, as tribos nem precisam reivindicar o direito de mineração em suas respectivas reservas, porque serão países independentes, segundo os incisivos termos da Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas, que está disponível a todos na internet, mas poucos se interessam em ler.Os locais que devem ser ocupados nas demarcações foram, são ou serão integrantes das ONGs e assemelhados. Inclusive, alguns financiados por governos estrangeiros. O G-7 e até potências emergentes que estão carentes de nióbio, petróleo, bauxita, urânio e outras riquezas encontradas em abundância exatamente nas áreas que estão sendo entregues. Por isto, eles querem a Serra da região Raposa/Serra do Sol. O argumento falacioso de que a propriedade da terra (solo e subsolo) é da União, possuindo os indígenas apenas o usufruto não se sustenta, quando observamos a prática nas regiões já demarcadas. 

O pior é que, mesmo se o governo brasileiro continuar sem cumprir o mandato, poderá ser obrigado a fazê-lo, porque as tribos indígenas já estão procurando os tribunais internacionais da OEA e da própria ONU, para exigir a "autonomia política, econômica e social" que os diplomatas brasileiros gentilmente lhes concederam.

Será que os diplomatas não perceberam que estavam concedendo autonomia a 216 nações indígenas, que já detém mas de 10% do território nacional ? É difícil de acreditar, porque durante os anos de negociações o Itamaraty sempre repudiou o tratado, que foi assinado pelo Brasil no Governo Lula, quando Celso Amorim era ministro das Relações Exteriores.O fato do Brasil ter aceitado sem ressalvas o acordo internacional, que foi rejeitado ou assinado com ressalvas por vários países com Estados Unidos, Nova Zelândia, Austrália, Rússia e Argentina, é um dos motivos do baixo prestígio de Celso Amorim junto à cúpula das Forças Armadas.


ALERTA CIDADÃO BRASILEIRO!!!!!
O que quer o índio?
O que quer as governanças? 

Índio não quer  mais o apito,  quer 90 milhões de dólares pelos créditos de carbono das matas nativas  espalhadas pelo Brasil  e propriedade da União...

As tribos indígenas da chamada Amazônia Legal, que detêm cerca de 25% do território brasileiro de reserva ambiental, onde é proibida atividade econômica, estão mobilizadas para defender a mineração nessas áreas de preservação. 
E não se trata de um movimento brasileiro, mas de caráter internacional.

As governanças usam os índios como papagaios de gaiola, para usufruir dos bens da união...



 
Índio é gente igual a polaco, preto e japa.


Índio deve ser tratado como qualquer outro branco, marrom ou amarelo.


 
As governanças  tratam índio como elefante de picadeiro, para usufruir dos bens da união... com o papo ladrão abobalhante de nação independente...


Direitos indígenas? Oras bolas, índio não é gente tal qual um polaco ou um afro-descendente? 


"Pensa que índio é besta?",  gritou ela na reunião da Câmara, lembrando a tradição guerreira da etnia.
Resumindo, gente é gente, ladrão é ladrão, idiota é idiota, não importa a origem. Se "índio" quer um galinheiro exclusivo, que se isole completamente, não mendigue ração, celular e nem borça eleição. O que falta é a lei elementar universal: "um olho por dois olhos", para erradicar todas estas sacanagens.
Por que será que os índios brasileiros podem firmar contratos tão vantajosos para empresas estrangeiras, 


enquanto os brasileiros brancos são expulsos dos territórios indígenas a pauladas? Na década de 70, em Roraima  foi ali que os arrozeiros se estabeleceram. Pacificamente, sem matar um só índio, até porque sobra terra para pouco índio. Esse pioneiros, se fossem do MST, teriam toda proteção do governo petista, porque seriam ‘sem-terra ocupando uma área abandonada’, de acordo com o direito de posse garantido pela Constituição.



De maneira insana obedecendo ordens da esquerda, o MST acusa o impedimento da reforma agrária.

  

Mas os arrozeiros expulsos pelos índios não são do MST. Não vivem sustentados pelas bolsas-esmolas nem comem o que lhes é enviado pelo governo em cestas básicas. Os arrozeiros prosperam com seu trabalho e sua coragem, o que é um crime aos olhos da esquerda.



Portanto, o índio que se reboca, veste, dança, curandeira  trapaceia e mutila, tem que ser classificado na mesmíssima categoria evolutiva, como qualquer punk ou torcedor de time de bolinha de gude, ou letrado ladrão, ou pregador de esoterismos milagreiros.
O mundo precisa saber: em Rondônia índio é rico. Dirige carros importados, usa Global Star, anda com notebook, frequenta cursos em faculdades particulares e também gosta de navegar na internet.Os índios  de Rondônia não dançam mais para fazer chover, não usam penas ou andam desnudos; o chefe Almir Narayamoga, da terra indígena Sete de Setembro, na divisa de Rondônia com Mato Grosso, aposta no mercado de crédito de carbono diz que cada tonelada de CO2 que uma entidade deixa de emitir na atmosfera dá direito a um crédito em dólares, que pode ser negociado com outras empresas ou na bolsa de valores. A revista online Fast Company incluiu Almir em sua lista dos 100 empresários mais criativos de 2011.


Não existe gente mais ou menos gente, como afirma o chefe do mensalão Lula da Silva, ao dizer que seu semelhante Sarney é gente especial, diferente de alguém normal do povo.

A diferença é apenas crendice, idiotice. Serve para encobrir atos obscenos de ladroagens explícitas. Imoralidades agudas praticadas pelos poderosos assassinos impostores.

Só mesmo religiosos, políticos e ongueiros, canalhas, para classificar as pessoas em várias categorias de "gente"; uns mais sagrados, outros mais "iguais", e alguns mais eco falastrões... passando uma esponja na realidade nua e crua, e maquiando os fétidos cadáveres ainda vivos dos chefetes, com títulos e qualidades de fachada.

Assim um jovenzinho puxa-saco hitlerista encobridor de pedofilia, vira pastor alemão, digo papa, e uma terrorista assassina é catapultada a presidAnta, sob tutela e diretrizes da onu, do cfr, clube dos bilderberguers, donos de fato, do planeta de macacos amestrados e alienados.

Aliás, não é à toa que até o papa dá sermão sobre mudança climática, sobre os créditos de carbono tal qual nosso anarfão de mindinho amputado em clínica, para efeitos de aposentadoria precoce.

ALERTA CIDADÃO BRASILEIRO!!!!!